Como Subir Meu Website Pra Primeira Página Do Google?

10 Jul 2018 21:07
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<h1>15 Formas De Aumentar O Tr&aacute;fego Pra Teu Site</h1>

[[image http://firstsiteguide.com/includes/imgs/sharing-images/sharing-thumb/start-blog-image-thumbnail.png&quot;/&gt;

<p>Quando tinha quatro anos, o filho de Luiza Diener voltou da faculdade com um recado pela agenda: ele tinha feito um &quot;pr&eacute;-exame&quot; de vis&atilde;o pela faculdade, que mostrou existir uma &quot;mudan&ccedil;a&quot;. http://tecnicaspraficarbem44.ebook-123.com/post/como-ampliar-as-visitas-de-um-website , cujos filhos estudavam em institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica em Bras&iacute;lia. A publicidade direcionada pro p&uacute;blico infantil &eacute; considerada abusiva pelo Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Guria e do Adolescente) desde 2014. E o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o tem uma portaria proibindo cada tipo de http://novidadesdeperdendopeso47.blog2learn.com/14603173/como-apresentar-bem-a-tua-empresa . http://webdecomendosempre8.blog5.net/14867873/como-navegar-na-internet /p&gt;
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<p>No entanto, cap&iacute;tulos como o relatado por Luiza Diener s&atilde;o muito comuns. As marcas fazem uso das mais diferentes estrat&eacute;gias pra proporcionar sua presen&ccedil;a no ambiente escolar sem fazer propaganda direta, driblando a regula&ccedil;&atilde;o. Se bem que n&atilde;o veiculem an&uacute;ncios, por exemplo, as empresas fazem oficinas com professores e alunos, atividades em sala de aula e at&eacute; distribuem seus produtos pras meninas.</p>

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<li>Deixa o cabelo liso</li>
<li>4 Hiperlinks externos</li>
<li>2 Use a web ao seu favor</li>
<li>Tem uma infinidade de extens&otilde;es (plugins) e t&oacute;picos, gratuitos e pagos</li>
<li>3&ordm; Passo: defini&ccedil;&atilde;o do tempo pra an&aacute;lise do instrumento</li>
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<p>Novas patrocinam eventos, promovem pe&ccedil;as de teatro nas escolas, visitas &agrave; f&aacute;brica ou - como no caso da &oacute;tica de Bras&iacute;lia - supostos programas de sa&uacute;de. Ekaterine Karageorgiadis, coordenadora do programa Garota e Consumo, do Instituto Alana, ONG que defende os direitos das criancinhas. Diener conta que dialogou com outra m&atilde;e cujo filho chegou em resid&ecirc;ncia preocupado, achando que tinha defeito de vis&atilde;o por causa do &quot;pr&eacute;-exame&quot; - uma consulta no oftalmologista mostrou n&atilde;o existir problema algum.</p>

<p>Atividade cultural ou campanha de marketing? Em janeiro de 2018, o Alana denunciou a marca Bic ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico de Minas Gerais por crer uma de suas a&ccedil;&otilde;es publicit&aacute;rias como &quot;direcionamento abusivo de publicidade pro p&uacute;blico infantil&quot;. A Bic havia lan&ccedil;ado um projeto chamado &quot;Universidade de Colorir&quot;, cuja ideia era fazer atividades nas escolas das ensino fundamental em capitais como S&atilde;o Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Nas atividades, as criancinhas utilizavam incalcul&aacute;veis produtos da corpora&ccedil;&atilde;o: canetas, l&aacute;pis de cor, pap&eacute;is. Em resposta, a Bic alega que um de seus pilares &eacute; o &quot;acordo com a educa&ccedil;&atilde;o&quot; e que faz &quot;a&ccedil;&otilde;es voltadas ao acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o pr&oacute;ximo a comunidades locais&quot;.</p>

<p>Ela defende que https://www.evernote.com/shard/s517/sh/c9a4e8ed-6f44-4d4e-9e73-c7284e42c85a/09ba55e5d5d9630e8a819a2efae5a6cd endurecida. Pro Alana, a publicidade pra garota &eacute; a toda a hora disfar&ccedil;ada, uma vez que ela n&atilde;o tem o senso cr&iacute;tico para distinguir que aquilo &eacute; uma mensagem comercial. Mas se veiculada no ambiente escolar, o defeito &eacute; ainda maior. A Bic n&atilde;o &eacute; a &uacute;nica marca a produzir campanhas do tipo. Em um &uacute;nico di&aacute;logo da apresenta&ccedil;&atilde;o, a palavra &quot;l&aacute;cteos&quot; chegava a ser repetida mais de quinze vezes.</p>

<p>Em outro caso, no mesmo ano, a Sadia anunciou, com o chef brit&acirc;nico Jamie Oliver, uma a&ccedil;&atilde;o chamada Saber Alimenta. O projeto piloto foi feito com 20 escolas e cinquenta e seis professores, que receberam um treinamento da organiza&ccedil;&atilde;o sobre alimenta&ccedil;&atilde;o. Segundo Ekaterine Karageorgiadis, &eacute; cr&iacute;tico que as marcas impactem o curr&iacute;culo das escolas - mesmo se o objeto da marca n&atilde;o for apresentado diretamente. Para Bortoletto, do Idec, o risco &eacute; supervalorizar um item aliment&iacute;cio. No ano passado, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Distrito Federal instaurou um inqu&eacute;rito civil pra apurar o caso da Danone, que ainda n&atilde;o foi encerrado.</p>

<p>Outra estrat&eacute;gia muito usada pelas empresas &eacute; doar patroc&iacute;nio - que vai desde promover torneios esportivos a se dar pra adquirir o instrumento ou uniforme para criancinhas carentes em troca de divulga&ccedil;&atilde;o da marca. A Nestl&eacute;, como por exemplo, tem h&aacute; anos parcerias pra oferecer torneios esportivos em escolas das redes p&uacute;blica e privada.</p>

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